Prada. Toma…

Dezembro 10, 2007 por maroquero

Loja da Prada em Omote-sando

Deslumbrados

Dezembro 10, 2007 por maroquero

Não estou falando do grupo de turistas aqui, não, ainda que nenhuma outra palavra se aplique melhor a todos nós. Estou falando de Porto Alegre e de São Paulo. Talvez TROUXAS seja mais precisa. Só isso explica Tokyo ser mais barata ou equivalente em preços. É claro que com todo tipo de oferta e a sofisticação de uma cidade riquíssima, que se apresenta na arquitetura e na elegância de quase todo mundo por aqui, tem pra tudo que é bolso. Mas reparando com afinco os menus de tudo que é restaurante e café, já deu pra notar que em Tokyo se come a preços de Porto Alegre. 10 dólares é praxe, um pouco menos num café com algum snack, mas no geral é isso. Em SP, a não ser que se coma num buffet à quilo, e olhe lá, é 30 reau no mínimo. No almoço!

Hoje, andando, furungando e achando os cafés e restôs mais bossinhas da cidade, a conclusão é que um turista faz todas as refeições do dia durante toda a sua estadia sem repetir a locação comendo a esse preço. Aqui não se dá gorjeta, até é mal-visto, e a não ser que vc faça questão de uma cerveja ou vinho pra acompanhar, água não pára de baixar na mesa. No Brasil isso é visto como prejuízo. Além de cobrarem a água, entende-se que é motivo pra deixar de faturar com as bebidas na refeição.

O fato é que no Brasil cobra-se um preço ridículo por rigorosamente qualquer merda. Desde uma revista gringa decente de 5 dólares que importada custa 50 reais até qualquer – eu digo: qualquer – boquinha na rua. Sem falar na arquitetura imbatível do lugar, no charme dos detalhes e na gente em volta. E outra: como em qualquer cidade decente do mundo, gasta-se o preço de dois bilhetes de metrô pra se valer de tudo isso. Em SP, só pra SAIR E VOLTAR de casa, gasto 50 reais. SE eu quiser economizar 2 reais, é vinte até o metrô mais próximo, mais 2,30 o bilhete, mas esse só me leva pra 2 ou 3 lugares.

Pra se vestir, ao invés de pagar 500 reais por um blaser na Oscar Freire encontra-se com muita facilidade peças incríveis, talvez mais bacanas que a melhor do seu guarda-roupa atual, por ATÉ 200 reais. Ou seja, somos mesmo uns TROUXAS.

dgdgd

“NUNCA SERÓN!”

Dezembro 10, 2007 por maroquero

Passeando pela sofisticadíssima Omote-sando, alguém observou que as japonesas olham bastante (pra nós). Eu não concordo mesmo. Não é nada como Nova Iorque, onde a indiferença impera, mas um turista sente-se à vontade aqui. Os japoneses não são tão rigorosos assim com seus ritos e formalidades, são apenas gentis e organizados numa estratosfera que talvez povo algum transite, muito - MAS MUITO - menos o brasileiro.

Mas se olham, devem pensar com a devida superioridade: “NUNCA SERÓN!”.

dgdgd

Around the world: DAFT PUNK IN TOKYO

Dezembro 9, 2007 por maroquero

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Cosplaying em Harajuku

Dezembro 9, 2007 por maroquero

cosplay

Ultramaaaaaan!!!!

Dezembro 9, 2007 por maroquero

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Top of the world

Dezembro 9, 2007 por maroquero

Tokyo 360

Domingo em Tokyo

Dezembro 9, 2007 por maroquero

dgdgd reports: que dia, ladies and gentlemen! Como a animada noite de sábado num club de pirralhos malucos (Beko?), o domingo também foi um achado. A vista de 360 graus de Tokyo na lindíssima Mori Tower já seria o biscoito fino mas ao chegar no prédio vimos a chamada de uma exposição DO ULTRAMAN!!!

 UNBELIEVABLE! Dos sketches às fantasias originais dos monstros!

No mesmo prédio, seguimos por uma ótima exposição de artistas japoneses contemporâneos. O final foi um pouco corrido pois foi o tempo de ir até a estação de Harajuku ver os freaks que se vestem para posar para fotos de quem passar e viver suas fantasias. São os cosplays (de COStume). A estação fica numa ponta da chiquérrima avenida Omotesando, onde se alinham Chanel, Louis Vuitton e TODAS as grandes marcas. A multidão só era comparável a Times Square no ano novo ou saída de jogo. Depois de rapidíssima incursão por uma ruela onde descobrimos ao acaso um delicioso restaurante thai no estilo boteco, nos dividimos e fomos – Roger, Marcelo e eu – até a estação na outra ponta da avenida pegar o primeiro dos três metrôs até o show do Daft Punk. Uma hora e vinte minutos depois, pisamos dentro do Makuhare Messe e literalmente neste exato momento tocou a primeira nota de show!

Pra não dizer que tudo aqui funciona, Tokyo tem suas idiossincrasias: levamos mais de meia hora para pagar com cartão de crédito e receber o tax free numa das maiores lojas de eletrônicos e, para imprimir o voucher do show, foi inacreditável: o Roger teve que ir num cyber escondido num 6o andar qualquer, além de dar um ID da Kazue, uma intérprete que nos acompanhou hoje, no computador na hora de printar E na printer, além de pagar 400 Y a hora. E ela não podia ficar junto, senão pagava também PRA ESTAR ali. Mas enfim… o Roger é que tinha que ter trazido a porra do comprovante de compra dos ingressos, mas quem imaginaria? Chegamos no show e o Mosaico, o Ticketmaster deles, nos aguardava com um envelope com os ingressos.

Tokyo rulez big time.

Há pouco de volta no hotel, rasguei e engoli meu e-ticket da volta. Mandem entregar minha Titi aqui. Tá cheio de mangazinhos com ele pelas bancas da cidade. :)

Não é o Bourbon Country mas também é bonito

Dezembro 8, 2007 por maroquero

dgdgd no Bourbon Country de Tokyo

A capa do nosso disco de rock progressivo

Dezembro 8, 2007 por maroquero

Plantação de bonsai